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A tecnologia aumenta a saudade

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Vale a pena ver de novo: Segurança na Internet

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