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Mostrando postagens de agosto, 2010

A tecnologia aumenta a saudade

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Este post é o mais intimista, ou poderá ser, não sei...Também é o mais provinciano, ou poderá ser, não sei... Na dúvida, se você tem mania de globalização, ou se acha o paladino da imparcialidade, nem perca tempo lendo. É comum dizermos que a tecnologia encurta as distâncias e diminui a saudade. Mas isto só é verdade para os vivos, sejam eles seres ou coisas. No caso dos mortos (desnecessário dizer? Vá lá: sejam eles seres ou coisas...) a tecnologia funciona de modo contrário: aumenta a saudade. Quando recuperamos digitalmente imagens daquilo que já se foi, essa segunda verdade é verdadeira ao quadrado. Até nossa memória fotográfica, um de nossos dons inatos, nos machuca, quando, por exemplo, nos reportamos mentalmente a um ente querido, recém-falecido...(no meu caso, são as memórias de Adriano, não o da Marguerite Yourcenar, que não li ainda, mas as de meu cunhado mesmo). Que dizer das memórias fotográficas, tipo as produzidas por fotógrafos competentes como os do Clube Gerson Bullos ...

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Vale a pena ver de novo: Segurança na Internet

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O Formspring.me está me saindo uma rede antissocial (nem os candidatos o querem usar?)

Vou deixar a discussão para o Alex Primo, que trouxe recentemente uma melhor fundamentação teórica a respeito de o Formspring.me ser ou não considerado um site de rede social, mas encontrar adeptos utilizando o serviço de perguntas e respostas aqui na Bahia tem sido uma tarefa árdua. Nem as conexões com outras redes sociais e minhas contas de webmail têm resolvido. Também não percebi ainda movimentos eleitoreiros massivos no site, e para o bem da democracia seria até uma idéia a ser copiada pelos políticos. Eu mesmo só passei a utilizar o site, depois da entrevista de John Wechsler, na Info de junho passado e não quero largar mais, apesas de até o momento, graças a Deus, não ter sido incomodado por ninguém. Sobre o fato de ser ou não rede social, a mim me é indiferente. O Yahoo Respostas, que uso há bem mais tempo, é mais ou menos parecido com ele. A diferença é que no YR! quem pergunta ou quem responde é identificado na hora. O Formspring “preserva” o anonimato do perguntador e isso...

O Formspring.me está me saindo uma rede antissocial (nem os candidatos o querem usar?)

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O Formspring.me está me saindo uma rede antissocial (nem os candidatos o querem usar?)

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