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À guisa de despedida de ano

É quase certo que este é meu ultimo post do ano. 2009 foi proveitoso para mim. Postei pouco, mas tentei ser consistente comigo mesmo e pelo menos tive um leitor certo: eu mesmo. A desvantagem disso é que me faltaram olhares externos, no melhor sentido da palavra. Dizer que não estou preocupado com isso é agir com uma insensatez jocosa, posto que seria mentira. Sabemos quem é o pai da mentira e dá para notar com quais crenças eu compactuo...Todo aquele que escreve, seja um poema estudantil, seja uma tese de doutorado quer ser lido e criticado e não há razão para amar o anonimato. A diferença é que aqui, desde o começo, sempre mantive os pés no chão e o Google Analytcs apenas me ajuda a continuar dessa forma. Não vou traçar planos para 2010. Quero encerrar com o otimismo de sempre e com disposição para continuar na mesma linha, no mesmo tom, na mesma ligação e relação com o mundo. Até o próximo ano. E aguardem, que eu volto logo!

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Burocracia e Tecnologia

"Uma frase que escutara por acaso, na rua, trouxe-me nova esperança de romper em definitivo com a vida. Ouvira de um homem triste que ser funcionário público era suicidar-se aos poucos. Não me encontrava em condições de determinar qual a forma de suicídio que melhor me convinha: se lenta ou rápida. Por isso empreguei-me numa Secretaria de Estado". O ex-mágico da taberna minhota, Murilo Rubião Outro dia, ouvi de um colega que certos funcionários públicos são como "ninguém". Depois me lembrei do conto de Murilo Rubião, que conta as agruras de um homem, que antes de ser funcionário de uma "Secretaria de Estado", era mágico, mas teve os seus poderes aniquilados justamente por se tornar funcionário público, com aquela rotina, burocracia, tempo ocioso forçado, etc... O colega justificava sua opinião citando o casos dos servidores públicos que trabalham como técnicos em instituições de ensino superior. Segundo ele, ali existe u...

Burocracia e Tecnologia

"Uma frase que escutara por acaso, na rua, trouxe-me nova esperança de romper em definitivo com a vida. Ouvira de um homem triste que ser funcionário público era suicidar-se aos poucos. Não me encontrava em condições de determinar qual a forma de suicídio que melhor me convinha: se lenta ou rápida. Por isso empreguei-me numa Secretaria de Estado". O ex-mágico da taberna minhota, Murilo Rubião Outro dia, ouvi de um colega que certos funcionários públicos são como "ninguém". Depois me lembrei do conto de Murilo Rubião, que conta as agruras de um homem, que antes de ser funcionário de uma "Secretaria de Estado", era mágico, mas teve os seus poderes aniquilados justamente por se tornar funcionário público, com aquela rotina, burocracia, tempo ocioso forçado, etc... O colega justificava sua opinião citando o casos dos servidores públicos que trabalham como técnicos em instituições de ensino superior. Segundo ele, ali existe u...

Burocracia e Tecnologia

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